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Ciência Política: Saber, Prever e Poder

“Saber para prever, prever para poder.” Assim definia a missão da ciência social moderna aquele que foi talvez o principal dos seus fundadores, Auguste Comte. Julgado por esse critério, o desempenho da ciência social brasileira, e especialmente da ciência política, é o de um fracasso tão vasto e tão acachapante que os próprios responsáveis por ele não podem enxergá-lo, já que a dimensão do mal que fizeram a si próprios e ao público brasileiro, caso a percebessem, iria precipitá-los numa crise catatônica.

 

No intuito de elucidar em cada caso a convergência e o jogo dialético das intenções e acasos que determinam os acontecimentos sociais e políticos, fui desenvolvendo, desde há algumas décadas, um conjunto de princípios metodológicos da ciência política que tem me permitido fazer previsões corretas em política há mais de 20 anos.

 

Fiz várias exposições desses princípios, mas todas elas parciais e improvisadas. Neste meu novo curso, pretendo apresentá-las de modo mais definido e mais apto ao uso imediato para a compreensão de fenômenos que se desenrolam bem diante dos nossos narizes com uma invisibilidade desnorteante.

 

Considero que esse conjunto de equipamentos intelectuais é tão necessário ao cidadão atual quanto o uso do fogo foi para os primeiros homens que povoaram a Terra. São uma questão de sobrevivência.

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